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Cartas para Julieta

Em apenas uma palavra: apaixonante! ☆☆☆☆☆


Sinopse:

Sophie tem como profissão checar fatos, mas sonha em ser escritora. Por seu noivo, Victor, ser muito ocupado, resolve ter uma lua de mel antecipada, viajando para Verona, a cidade do amor, antes que ele abra o seu restaurante. Entretanto, Victor transformou a viagem romântica numa ida a trabalho, fazendo com que Sophie fosse conhecer a cidade sozinha. Ao visitar as ruínas de Shakespeare, onde mulheres escrevem cartas para Julieta a fim de receber conselhos amorosos, percebe uma carta escrita há 50 anos que não foi respondida. Comovida pela história, resolve se juntar às 'secretárias da Julieta" para incentivar Claire, a autora, a buscar pelo amor da sua vida, mesmo que tanto tempo tenha passado.


Crítica:

Resumindo em apenas uma palavra: apaixonante! Tudo no filme é lindo! A fotografia em tons quentes e o lindo cenário em Siena e Verona, bem como a trilha sonora com musicas no idioma italiano, trazem um ar encantador a todo momento. A atuação da Amanda Seyfied é impecável e ela dá vida a Sophie como se fosse a sua própria personalidade. A busca pelo Lorenzo traz muitos aprendizados e ótimas cenas de viagens pela Itália, além de diálogos importantes que constroem e moldam os protagonistas juntos. A música que marcou o filme é Love Story, de Taylor Swift. Pelo que percebi, é a única em inglês, sendo bem marcante quando começa (tanto pelo contraste, quanto pela letra). Ah, ele é baseado no livro de mesmo nome!


Outro ponto bem legal é o casal principal ser da terceira idade. Não acontece muito com os romances da atualidade; o foco sempre é em adolescentes ou jovens. É lindo ver a dimensão do amor da Claire e o quanto ele permanece vívido em seu coração. Afinal, o que é verdadeiro se faz difícil de acabar. Mesmo tendo seguido a sua vida e amado outro homem, nem sequer chegou perto da dimensão do sentimento pelo Lorenzo. Para mim, esse é filme foi um impulso muito grande para entender que se tratando de sentimentos, é melhor se arrepender por ter feito do que passar anos pensando: "e se?". "E se eu tivesse me declarado?", "e se eu tivesse perguntado se era recíproco?". Verdadeiramente lindo! Não sei como demorei tanto para assisti-lo.


Provando todas as minhas palavras, esse ícone de 2010 está disponível "apenas" na Netflix, HBO Max, GloboPlay, Star+, Telecine e Prime Video (premium). 1h42 de leveza e romance. Zero desculpas, cuida!


Pelo título, é nítido que teremos um final feliz (e, claramente, não com o Victor). Assim que o Charlie apareceu, eu olhei para o meu padrasto e falei: "eles vão acabar juntos", e, sim, acabaram! A construção do sentimento é notada nos detalhes pelos telespectadores pois não é feita de modo explícito, respeitando o status da Sophie. Mesmo sendo o desfecho final, esse casal não é o principal, fazendo com que as poucas cenas deles sozinhos sejam bem valorizadas e esperadas pelo público. Os variados cenários me deixaram muito curiosa para conhecer a Europa.


Mesmo o personagem do Charlie sendo um pé no saco nas primeiras aparições, no fundo sabemos que é por preocupação com os sentimentos da avó. Ao passar dos minutos, seu personagem vai sendo construído e mostra os verdadeiros motivos por toda proteção. Criado pela Claire após o falecimento dos seus pais, quer evitar que ela tenha mais uma decepção na vida por conta de uma carta escrita há tanto tempo. É super compreensível, por mais que sintamos que ele está atrapalhando hahaha. A última cena também ganhou o meu coração. Adorei!



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